O
desconhecido sempre chegava próximo. Às vezes até sentia-o de perto. Outras pensava
que havia-o alcançado.
Sempre
quando estava feliz, logo vinha à mudança, como num dos contos de Perrault, o
conto de fadas, tudo se desfazia em abobora ou lágrimas de sofrimento.
Há
um ano, era feliz, agora próximo ao verão pensa, quer entender, o que o afastou
da felicidade. A felicidade era seu namorado, juntos faziam planos, ou será que
só ele planejava, enquanto o outro divagava?
Hoje
percebe que sonhara só. O outro não levava seus planos a sério, afastamento,
desinteresse, abandono, ostracismo.
O
desconhecido, nunca chegara a sentir. Ainda continua sem conhecer esse
sentimento inalcançável, o amor.


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