Um
emaranhando de sentimentos. Agora me encontro só, busco-me em meio à confusão
estabelecida na minha gênesis. Um tremor me invade, sinto o prenúncio do fim. O
final da estabilidade ou seria da dependência?
Independo-me
do sentimento, torno-me invulnerável, resolvo pela autossuficiência, não
preciso de metades para me completar;
Estou
completo, preenchido pela decisão.
Ocupa-me
demasiadamente, aprendo a insensibilidade, sufoco o sentimento, banalizo a dor,
naturalizando o sofrimento. O vazio no meu olhar cinde a alma no grau 6.7 da
Richter.


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