O
que há dentro de nós? Sentimentos avulsos, emoções clandestinas, razões alheias,
desejos proibidos.
Anseios
antigos, sonhos constantes, a ânsia do desejo. A incompletude do ser, perdemos a
outra metade, terá sido no Éden?
E
a solidão de Adão no jardim? Não!
Ela
já existia, é anterior ao Paraíso.
A
desordem das coisas no interior humano é antes de tudo, uma energia em
constante transformação, o que é capaz de gerar sentimentos mil, ora alegres,
ora tristes, ora o desejo, a satisfação ou o desanimo, a frustação. A verdade é
que tais sentimentos nos movem como se fossem o combustível humano.
Sentimentos
inundam o espirito que agita a alma que move o corpo.
Corpo
este, reflexo de todas as turbulências.


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