Afinal quando o amor é equacionado em medida de igualdade para ambos os amantes? Quando sabemos que estamos sendo amados verdadeiramente? Como não saber se o sentimento do outro é movido pelos presentes, agrados, favores, vantagens?
Explicar não podemos, mas quando percebemos que o amor do outro para conosco é tão grande a ponto de pedir prova de abnegação do nosso ciúme, passamos a desconfiar, e nos perguntar: será que ele não percebe que isso é demais para mim? Me liga a cobrar para pedir-me que ligue para a sua amante e avise o ponto de encontro de hoje, pois ele se atrasou e ao chegar no lugar combinado ela já havia passado com o carro, e não avistando ninguém foi embora, pensando ter levado um bolo.
A grande dúvida é: ele me ama de uma maneira singular e mantém seus relacionamentos abertos ao meu conhecimento ou ele não me ama, apenas aproveita as vantagens do meu amor por ele?
Alguns diriam que isso é desrespeito, outros que seria reflexos da modernização nos campos das ciências sociais, Ele, no entanto, apenas a sua célebre frase: “Eu já lhe disse que você não pode se igualar à mulher.”.
Na verdade, não sabemos como definir esse relacionamento e para ser sincero não precisamos disso. Vamos vivendo e convivendo até nos cansarmos de tudo.


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