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A língua está em mim, me perpassa, faz parte da minha formação como ser social inserido num grupo. Compõe ainda a minha própria formação acadêmica já que resolvi após o primeiro curso superior (Administração), cursar Letras. Essa língua me representa em todos meus conflitos, pois suas características são iguais as minhas, um ser multifacetado, de exterior sóbrio e estático, mas no íntimo um turbilhão em movimento. Assim como um rio congelado que apresenta a sua superfície estática, mas o seu interior está sempre em movimento, num curso perene. Capacidade de adaptação e compreensão com singularidade e regionalidades tolerantes como próprios à língua. Escrever é para mim, como respirar, sinto essa necessidade e é através da escrita como afirmou Aristóteles que transitamos desde o terror até a piedade de nós mesmos e do outro. Esse ofício da escrita nos eleva, nos projeta, nos ressignifica quando tocamos o outro com as nossas palavras, seja no universo ficcional, biográfico ou autobiográfico. Escrever é uma necessidade, escrever é transpirar no papel as nossas leituras.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011



Embate Teórico entre Formalismo / Funcionalismo e a Teoria da Analise do Discurso


“O homem não pode falar seu pensamento sem pensar sua palavra.”

Bonald



1 - INTRODUÇÃO

Costuma-se afirmar nos compêndios dedicados aos estudos de linguagem, que o pensamento lingüístico ocidental é representado, basicamente, por dois grandes pólos de atenção: o formalismo e o funcionalismo. De um modo geral pode-se dizer que o Formalismo consiste numa abordagem cujo foco incide tão somente na observação e descrição das características estruturais das línguas, desconsiderando suas possíveis funções. Já o funcionalismo consiste em qualquer abordagem lingüística que dá importância aos propósitos inerentes ao emprego da linguagem.
Halliday (1985) assinala que a oposição entre essas duas abordagens relaciona-se ao tipo de orientação que cada um segue. Assim, para o referido estudioso, o Formalismo assenta-se na lógica e na filosofia e se caracteriza por uma orientação primariamente sintagmática. Por isso, suas gramáticas interpretam a língua como um conjunto de estruturas, nas quais podem ser firmadas, num segundo passo, relações regulares. Ancoradas nesta concepção, tendem a enfatizar os traços universais da língua, creditando à sintaxe o centro dos estudos lingüísticos. Por extensão, organizam a língua em torno da frase. Ou seja, são gramáticas arbitrarias.
No que tange ao funcionalismo, Halliday (1985) afirma ser esta abordagem assentada na retórica e na etnografia, com orientação paradigmática. Logo, as gramáticas funcionais concebem a língua como uma rede de relações, enfatizando as variações entre diferentes línguas, considerando a semântica como base de análise e organizando-a em função do texto ou do discurso.

2 - PANORAMA GERAL – ABORDAGEM FORMAL: ESTRUTURALISMO

O estruturalismo é uma corrente de pensamento nas ciências humanas que se inspirou no modelo da lingüística e que apreende a realidade social como um conjunto formal de relações. Esta abordagem veio a se tornar um dos métodos mais extensamente utilizado para analisar a língua, a cultura, a filosofia e a sociedade. Fernand de Saussure é geralmente visto como o iniciador do estruturalismo, especialmente em seu livro de 1916 “Cursos de Lingüística Geral".
Nesta abordagem a língua é conceituada como um sistema organizado de signos que expressam a idéia no aspecto codificado da linguagem. O objetivo da lingüística é estudar as regras deste sistema e seus sentidos produzidos. O estruturalismo não considera o contexto de uso das manifestações lingüísticas, tampouco as relações com os falantes que as enunciam (seus propósitos, os atos interacionais e institucionais que ativam sua classe social, sexo, idade, nível de escolaridade) ou o processamento cognitivo que lhe é inerente (VASCONCELO, 2002).
O estruturalismo é governado por princípios como "o da estrutura" reporta aos elementos que compõe uma língua, caracterizados em virtudes da organização global de que fazem parte. Sob este prisma, fazer ciências da linguagem é postular, e simultaneamente, elucidar as estruturas sistêmicas inerente ao enunciado. Cada unidade é sistêmica e, portanto, só pode ser identificada no seu interior
O objetivo da gramática de Saussure é nomeada por seus seguidores de "Estruturalismo”, é estudara organização da língua e o sistema lingüístico, investigando as relações entre as unidades lingüísticas por meio de suas oposições ou contrastes, ignorando totalmente o estudo da lingüística histórica, ou seja, a multação do sistema através dos tempos.
Os estruturalistas consideram a língua como um sistema de relação, ou mais precisamente como um conjunto de sistemas ligados uns aos outros, cujo elementos (fonemas, morfemas, palavras, etc.) não tem nem um valor independente das relações de equivalência e de oposição que os ligam.
À pergunta: O que é estruturalismo? Bartes (1970, p. 49) responde “Não é uma escola, nem mesmo um movimento, pois a maior parte dos autores que se associam geralmente a esta palavra não se sentem de modo algum ligados entre eles por uma solidariedade de doutrina ou de combate". Quanto aos teóricos formalistas, é comum a referencia aos nomes de Chomsky, Bloomfield, Z. Harris e outro. No Brasil, é possível destacar, entre outros os nomes de Carlos Mioto, Roberto Pire e outros. Em relação aos gramáticos podemos citar Celson Cunha, Lindley Cintra, Napoleão entre outros.

3 - ABORDAGEM FUNCIONALISTA

Os embates teóricos e metodológicos entre os formalistas russos desemborcaram nos estruturalismos funcionais, projetados com o Circulo Lingüístico de Praga, fundado por Trubetskoy e Jakobson, dentre outros, em 1926. As formulações teóricas que ali foram emboçadas disseminaram-se a partir do Congresso Internacional de Lingüística de haia, em 1928, e da elaboração das Teses de Praga. Das referidas teses emana o principio básico do Funcionalismo, segundo o qual a natureza das funções lingüísticas determinam a estrutura da língua.
O Funcionalismo é um "movimento particular dentro do Estruturalismo" (LYON, 1981, p. 166) defende a hipótese de "que a estrutura fonológica, gramatical e semântica das línguas são determinadas pelas funções que exercem na sociedade em que operam".
O Funcionalismo concebe a linguagem prioritariamente, como instrumento de interação social, validado pelos falantes com o objetivo principal de transmitir informações aos interlocutores em geral. Ou seja, quando se fala em Funcionalismo, insiste-se sobre tudo na idéia de uma analise lingüística que considera metodologicamente o componente discursivo, dada sua função prioritária na gramática de uma língua.
As correntes Funcionalistas atuais, por sua vez, com mais veemência enfatizam as características inerentes ao emprego das expressões lingüísticas no discurso, abrangendo fenômenos interacionais, sociais, culturais, cognitivos e outros.
No que concerne aos principais representantes do Funcionalismo clássico, é plausível citar os membros da Escola de Praga como (Buhler, Jakobson, e Martinet), a escola de Londres e Halliday. No âmbito das abordagens Funcionalistas vale colocar em evidencia os nomes Gívón, Heine, Bybee e Traugott. No Brasil destacam-se, entre outros os trabalhos de Ataliba Castilho, Sebastião Votre, A. Naro e Adair Gorski.
A "função" na teoria Funcionalista, não se aplica as relações de interdependência entre as palavras na oração (as ditas "funções sintáticas": objeto direto, objeto indireto, etc.); refere-se "ao papel que a linguagem desempenha na vida dos indivíduos (...)" (NEVES 2004, p.8). Para Halliday (1973; 104. Apud. Neves, 2004: 8), esse é o sentido básico e principal do termo "função" do Funcionalismo. Na gramática funcional de Halliday, importa investigar o modo como os significados são veiculados, o que implica considerar as formas da língua como um meio para a realização de um propósito, e não como um fim em si mesmas. A denominação Gramática Funcional diz respeito a uma teoria lingüística que, assentada no componente significativo (caráter funcional), procura interpretar as formas lingüísticas (caráter gramatical).
Como é intenção do falante comunicar-se mediante a realização de enunciados, ele aciona a função interpessoal, pela qual pode "agir" sobre o seu destinatário. Assim, a estrutura sintática – semântica da frase se adaptará a realidade, o que implica necessariamente, diferença na analise e na interpretação dos constituintes frásicos. O falante pode, conforme sua perspectiva, selecionar um novo predicador (verbo) e, conseqüentemente as unidades a ele relacionada (seus argumentos).Tomemos para exemplo a frase seguinte: " O maratonista corria muito." Nesta frase, há um predicador de 'ação' (correr) que determina uma estrutura semântica, a qual inclui, necessariamente um agente (maratonista). Esse predicador determina, portanto, um esquema sintático – semântico especifico.

4 - ANÁLISE DO DISCURSO – CONCEITUAÇÃO:

Disciplina que estuda as produções verbais no interior de suas condições sociais de produção. Essas são consideradas como partes integrantes da significação e do modo de formação do discurso.
Brandão (2004) objetiva definir o papel da análise do discurso nas sociedades, e para isso conceitua certas características presente na análise do discurso. No entanto, devemos salientar que o trabalho da análise do discurso é de apenas estudar como se dá essa relação de interação entre interlocutores / textos orais ou escritos e os discursos presentes nesses textos, sem atribuir valoração positiva ou negativa, uma vez que, se está analisando as relações discursivas e não valor ideológico presente no discurso.
A autora conceitua discurso como: atividade entre falantes; trabalho desenvolvido pelo homem que exige esforço, desenvolvimento pelo homem lingüístico e extralingüístico (com quem de fala?, em que situação?, quando? etc.). Desse modo ao produzirem linguagem, os falantes produzem discurso.
Sendo o discurso uma atividade produtora de sentidos que se dá na interação entre falantes, em que esses falantes são seres que estão situados num tempo histórico, num espaço geográfico, pertencem a uma comunidade, a um grupo, e por isso, carregam crenças e valores culturais, sociais enfim, a ideologia do grupo da comunidade de que fazem parte. Essas ideologias serão projetadas nos discursos desses falantes (indivíduos). A autora afirma que podemos identificar essas ideologias através dos sentidos produzidos nesses discursos, os quais traduzem as posições no final da frase do sujeito: no inicio sociais, culturais, ideológicas através da linguagem.
Outro aspecto importante que autora destaca sobre a análise do discurso é que nas interações sociais trabalhamos com imagens e não com verdades, desse modo ao preparamos os discursos procuramos atender certas expectativas nos outros através de certos comportamentos, daí se afirma que o exterior é – parte das crenças e valores e visões de mundo; a ideologia interpela a imagem e o sujeito.
Desse modo, entendemos a importância do estudo da análise do discurso, pois o discurso é uma forma de agir sobre o outro, e os aparelhos ideológicos como a família, escola, a mídia, a universidade, a religião, têm exercido esse poder através dos vários sentidos produzidos nos seus discursos.

5 - NASCIMENTO DA AD

Ao fim dos anos 60 emerge uma corrente das ciências da linguagem    que toma como objeto o discurso. Essa corrente mantém com a lingüística relações complexas que redefinem ao passo e à medida que novas pesquisas surgem, e propõe um conjunto de noções, de ferramentas e de métodos específico, propícios a fazer da analise do discurso (AD) um campo disciplina autônomo. Com efeito, se os trabalhos dos analistas do discurso parecem à primeira vista variados, até mesmo dispersos, [eles] partem do principio de que os enunciados não se apresentam com frases o como sequência de frases, mas como textos. Ora o texto é um modo de organização específico, que devem ser estudado como tal em relação às condições nas quais ele é produzido. Considerar a estruturação de um texto em relação às suas condições de produções é considerá-lo como discurso. (Gravitz, 1990, p. 354)
O recente Dicionário de Analise do Discurso, dirigido por Charaudeau e Maingueneau (2002) testemunha a existência bem consolidada desse campo, mesmo se as discussões  internas continuam a evoluir.

6 - EXEMPLO

Nesse trabalho pretendemos diferenciar teorias funcionalistas e formalistas e analisar as produções do discurso suas repercussões nos sujeitos-leitores e espectadores através da análise do discurso, tomando como objeto de estudo a produção artística da autora Glória Perez, a novela Caminho das Índias e o livro Mentes Perigosas da autora Ana Beatriz Barbosa Silva. Para exemplificar de forma pratica as teorias da análise do discurso.
Nesse estudo, percebeu-se que no formalismo, a gramática é vista como uma tentativa de definir a língua, através de regras sintáticas e que a linguagem é abordada como um sistema autônomo, descontextualizado que tem o objetivo de apontar normas para a "correta" utilização oral ou escrita do idioma, isto é: escrever e falar a língua padrão.
Já no funcionalismo, a língua é um instrumento de interação social, pois existe em função de seu uso. A função da língua é estabelecer comunicação entre os usuários. Por isso a aquisição da linguagem se desenvolve na interação comunicativa e a sintaxe e a semântica devem ser estudadas dentro de uma proposta pragmática.
A primeira concepção, diz respeito à leitura com foco no autor em que segundo Koch (2002) à concepção de língua como representação do pensamento corresponde à de sujeito psicológico, individual, dono de sua vontade e de suas ações. Nesse sentido o sujeito visto como um ego que constrói uma representação mental e deseja que esta seja “captada” pelo interlocutor da forma como foi mentalizada.
A leitura assim é concebida como a atividade de captação de idéias do autor, sem considerar as experiências e os conhecimentos do leitor; ex: a leitura do livro – mentes perigosas por um individuo qualquer.
Por sua vez, a concepção de leitura com foco no texto, que está imbricada à concepção de língua como estrutura corresponde a de sujeito determinado, caracterizado por uma espécie de não consciência. O princípio explicativo de todo e qualquer fenômeno ou comportamento individual repousa sobre a consideração do sistema lingüístico ou social.
Nesse sentido o texto é visto como simples produto da codificação de um emissor a ser decodificado pelo leitor / ouvinte que necessita apenas do conhecimento do código utilizado; ex: A leitura do livro Mentes Perigosas pó profissionais da área médica com conhecimentos técnicos para decifrar os códigos técnicos.
Consequentemente, a leitura é uma atividade que exige do leitor o foco no texto, uma vez que ‘tudo está dito no dito’. Nesta concepção cabe ao leitor o reconhecimento do sentido das palavras e estruturas do texto.
Diferentemente das concepções anteriores, na concepção de interação autor - texto-leitor ou dialógica os sujeitos são vistos como atores/construtores sócias, sujeitos ativos que – dialogicamente se constroem e são construídos no texto.
Nessa perspectiva segundo as autoras, o sentido de um texto é construído na interação texto-sujeito. A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, é preciso também levar em conta os conhecimentos do leitor, condição fundamental para o estabelecimento da interação com maior ou menor intensidade e qualidade.
É interessante perceber como os discursos presentes no livro são veiculados através da novela, e como isso dá visibilidade à autora Ana Beatriz Barbosa Silva, e as suas obras. Nesse sentido fazemos referência à Koch (2002), ao que a autora classifica como intertextualidade nos gêneros textuais, em que a novela se torna veículo informacional, produzindo os discursos de um livro de caráter científico/social.
Nesse sentido fazemos menção ao conhecimento interacional que são formas de interação por meio da linguagem e que engloba os conhecimentos, ilocucional, comunicacional, metacomunicativo, superestrutural.                                                                                                                                                                                                  
Ilocucional permite reconhecer os objetivos ou propósitos pretendidos pelo produtor do texto, em uma dada situação interacional. Comunicacional refere-à quantidade de informações necessária, numa situação comunicativa concreta, a fim de que o parceiro seja capaz de reconstruir o objetivo da produção de texto, seleção da variante linguística adequada a cada situação de interação, adequadação do gênero textual à situação comunicativa. O conhecimento metacomunivativo permite ao locutor assegurar a compreensão do texto e conseguir a aceitação pelo parceiro dos objetivos com que é produzido. Já o conhecimento superestrutural, conhecimento sobre gêneros textuais permite a identificação de textos como exemplos adequados aos diversos eventos da vida social bem como a distinção dos vários tipos de textos, sua ordenação ou sequenciação em contexto com os objetivos pretendidos.

7 - CONCLUSÃO

O Estruturalismo que se originou a partir do Curso de Lingüística Geral de Ferdinand Saussure, introduziu conceitos importantíssimos como: Língua X Fala Sincronia X Diacronia e Significante X Significado. Ao encararmos o Estruturalismo como um estudo sistemático, percebemos que cada elemento deste sistema é determinado pelas relações de equivalência ou diferença que possuem com os demais elementos quando analisados juntos. È o conjunto das relações entre elementos que determinam a estrutura.
Nesse estudo, percebeu-se que no formalismo, a gramática é vista como uma tentativa de definir a língua, através de regras sintáticas e que a linguagem é abordada como um sistema autônomo, descontextualizado que tem o objetivo de apontar normas para a "correta" utilização oral ou escrita do idioma, isto é: escrever e falar a língua padrão.
Já no funcionalismo, a língua é um instrumento de interação social, pois existe em função de seu uso. A função da língua é estabelecer comunicação entre os usuários. Por isso a aquisição da linguagem se desenvolve na interação comunicativa e a sintaxe e a semântica devem ser estudadas dentro de uma proposta pragmática.
O funcionalismo se pautará no princípio de que toda a explicação lingüística deve ser buscada na relação entre linguagem e uso, ou na linguagem em uso no contexto social. Tem-se aí uma nova postura – a de que a interação é importante nos processos comunicativos. A teoria funcionalista explicará, por exemplo, o fenômeno lingüístico nas relações sócio-interacionais entre falantes/ ouvintes, levando-se em conta, a pragmática, e possíveis intelecções discursivas.
Vale salientar que a teoria funcionalista se ramificou ou se dividiu em várias vertentes na atualidade. Hoje, há várias concepções dentro dessa teoria maior. Como exemplo pode-se citar: a pragmática, lingüística textual, análise do discurso, dentre outras.

 8 - REFERÊNCIAS:

PAVEAU, Marie – Anne. et SARFATI, Georges – Elias. As grandes teorias da linguísticas: da gramática comparada à pragmática, São Carlos: Claraluz, 2006.
BAKHTIN, Mikhail (Voloshinov, 1992). 1979. Marxismo e filosofia da linguagem. Trad. Lahud, Michel; Vieira, Yara F. São Paulo: Ed. Hucitec.
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ORLANDI, Eni P. 1999. Análise de discurso. Princípios e procedimentos. Campinas, SP: Pontes.
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