Visitar aquele
ambiente era uma tortura para sua alma.
Visualizava seus
anseios, mas não podia adquiri-los.
Caminhava
indistintamente, invisível e ausente entre todos.
Para em todas as
filas e observa o movimento dos clientes que pedem, inquirem, experimentam,
reclamam e agradecem.
No seu interior
um grande vazio, o relógio a todo momento lembrava-lhe que precisava preencher
aquele vazio interno, enquanto ela observam tudo tentado a completude pela
visão.
Após mapear todo
o supermercado se dirige a saída, agora mais vazia do que antes.


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