Não
sei o que pensar, não sei o que devo querer, nada me satisfaz, ainda sinto
falta de tudo, mas também não quero nada. Nada das pessoas que não se
interessam por mim, odeio mentiras, falso interesse. A solidão me devora, finjo
não perceber anoitecer, perdi minha alegria.
Ontem
o encontrei me contive todo tempo, matei o sentimento, desconversei nada
mostrei interesse, falei palavras desconexas, me afastei.
Apesar
de apresentar um perfil de autossuficiência, por dentro se extinguia a última
fagulha de esperança.
Não
irei conquista-lo, a partir de agora, sei que é um amor inalcançável, moreno,
jovem, 1,60m, malandro e lindo, Bruno é o seu nome, a inspiração minha escrita
nessa tarde quente, aqui em Itacaré.


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