O ser humano sobrevive. Escrevo na angústia, a
melancolia comove-me.
Não permito esquecer o passado, as mazelas do mundo
me constrange, queria poder saná-las.
Aprendo com a simplicidade, não compreendo a carência
da extravagância, o essencial me basta. Olho adiante, não vejo expectativas, o
ciclo da rotina se impõe: trabalho, cansaço, consumo, carência e novamente a urgência
do trabalho.
Sinto a vida como um árduo fardo; como série de exigências
sociais e econômicas que procuro atender com todas as forças; o trabalho.
Tenho as energias exauridas, sinto-me explorado pela
vida.


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