Sinto a força dos anos, respiro novos projetos, transpiro emoções passadas. Não me reconheço, esqueço aborreço.
Não estou no presente, antecipo-me ao futuro e o passado me orienta. Mergulho num voo introspecto, arrependo-me do que não deu certo, sinto a inexatidão, o empuxo da incompreensão.
Emulado pela emoção, envidado pela razão, sou epígono da solidão.


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