A esperança ainda suspirava, as promessas já feneciam e o coração sangrava por inteiro. Sabia que por mais que tentasse nunca obteria o que sempre sonhara, o afeto do outro.
Sua felicidade seria sempre momentânea, quando suprisse os desejos do outro, e esse sorrisse feliz em agradecimento.
Porém nunca seria amado como desejava seria apenas a última companhia a ser requisitada, mas afinal, porque se submetia a essa condição? Porque fantasiava não acertando a realidade que sempre fora a sua única amiga? Por quê?
Dizia sempre a si mesmo: Quando paramos de sonhar, morremos.


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