Viver uma rotina
diferente, habitar uma residência sem muros, aparentemente uma casa de vidro.
Aos olhos de todos os transeuntes, executar suas tarefas diárias. Sua vida só é
importante para si, ninguém se importa. Sua identidade lhe é desconhecida, a
sociedade olha, mas não vê enxerga, mas não sente.
A banalização da dor
anestesiou os sentimentos da população para o descaso vivido por eles, os
anônimos invisíveis que povoam as ruas e as grandes cidades, que a cada dia
crescem em desenvolvimento e riquezas sem se dar conta das mazelas sociais em
seu entorno.
Tais anônimo são como
corpos estranhos no organismo urbano, sem importância são expelidos para fora
do seio social da metrópole.


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