O governo em
questão então, já criou vários paliativos para mascarar o problema educacional
desse país. Poderíamos citar vários, porém evidenciamos os mais recentes, como
o projeto Todos pela Educação e Salvador Cidade das Letras, em que, pessoas várias,
cheias de boa vontade e vazias de capacitação e competência, já que, não são
docentes, criam espaços cadastram pessoas e iniciam o árduo trabalho de
alfabetizar.
Vejam vocês, que
tal mobilização chegou ao sistema universitário com uma roupagem diferente. Criaram
uma gama de bacharelados sem habilitação específica e de acesso fácil para os
estudantes, com o propósito de fazer os discentes pensarem melhor sobre suas
escolhas profissionais. Não deu outra, a universidade foi povoada por
indivíduos com deficiência no aprendizado básico e devido a isso, dificuldade
de assimilação do conteúdo acadêmico. A solução do governo tornou-se um
problema interno.


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