Quem sou eu

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Salvador, Bahia, Brazil
A língua está em mim, me perpassa, faz parte da minha formação como ser social inserido num grupo. Compõe ainda a minha própria formação acadêmica já que resolvi após o primeiro curso superior (Administração), cursar Letras. Essa língua me representa em todos meus conflitos, pois suas características são iguais as minhas, um ser multifacetado, de exterior sóbrio e estático, mas no íntimo um turbilhão em movimento. Assim como um rio congelado que apresenta a sua superfície estática, mas o seu interior está sempre em movimento, num curso perene. Capacidade de adaptação e compreensão com singularidade e regionalidades tolerantes como próprios à língua. Escrever é para mim, como respirar, sinto essa necessidade e é através da escrita como afirmou Aristóteles que transitamos desde o terror até a piedade de nós mesmos e do outro. Esse ofício da escrita nos eleva, nos projeta, nos ressignifica quando tocamos o outro com as nossas palavras, seja no universo ficcional, biográfico ou autobiográfico. Escrever é uma necessidade, escrever é transpirar no papel as nossas leituras.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

PROBLEMA INTERNO



 Estão presentes nos discursos do governo, várias críticas à educação, ao sistema, à proposta, ao currículo, principalmente no período eleitoral, em que todos os partidos desejam debater sobre o tema e oferecem propostas fáceis e rápidas de resolução do problema.
O governo em questão então, já criou vários paliativos para mascarar o problema educacional desse país. Poderíamos citar vários, porém evidenciamos os mais recentes, como o projeto Todos pela Educação e Salvador Cidade das Letras, em que, pessoas várias, cheias de boa vontade e vazias de capacitação e competência, já que, não são docentes, criam espaços cadastram pessoas e iniciam o árduo trabalho de alfabetizar.
Vejam vocês, que tal mobilização chegou ao sistema universitário com uma roupagem diferente. Criaram uma gama de bacharelados sem habilitação específica e de acesso fácil para os estudantes, com o propósito de fazer os discentes pensarem melhor sobre suas escolhas profissionais. Não deu outra, a universidade foi povoada por indivíduos com deficiência no aprendizado básico e devido a isso, dificuldade de assimilação do conteúdo acadêmico. A solução do governo tornou-se um problema interno.


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