Sou a sombra da
existência, sou o vazio habitado, sou desimportante, sou simples, sou sem
cuidados.
Existo, porém,
não sou notado, sou brilhante, dedicado, quando percebido, amado.
Sou a angústia
da inutilidade, sinto-me desgastado, mal aproveitado, deslocado do sucesso, da
riqueza, da bondade, da afeição, sinto-me inaptidão.
Sou a
inconstante insatisfação, a metamorfose da razão, o refletir sobre a
transformação, a reinvenção do ser, em busca da satisfação.


Tudo a ver comigo...é de sua autoria??
ResponderExcluirMuito interessante.
Vc tava pensando em mim quando escreveu? rs
Um Abraço!
É de minha autoria. Que bom que você se identificou com o texto. beijos!!!!!!!!!!
ExcluirQuem diria em Paulo!
ResponderExcluirQuem te vê ministrando aquela aula de previdência social não imagina um poeta..
Muito bom !
Também escrevo pra desanuviar... Me identifiquei bastante...
Que bom que gostou Querido. Poeta? não me considero. apenas escrevo o que sinto. quero ver seus textos também.
ResponderExcluirVocê pode participar desse blog, será bem vindo. Forte abraço.
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