Queria tirar o mal de mim, sempre vivi a competição.
Tenho vergonha do egoísmo, a couraça que me reveste. Sonho conquistas
e prestigio, sem a preocupação de um herdeiro.
Envergonho-me do presente, o passado me atormenta, o futuro
assusta-me.
Um sentimento reverbera em mim, o sentimento vazio, que nunca
é preenchido por rotativos relacionamentos.
A vida me promove reencontros e nesses me sinto mais vazio e
só. Nada tive, nunca. Eles sempre foram de outro sentimento, estou empedernido,
desiludido sem alento.


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